Estreou no dia 20 de novembro no Brasil o mais novo livro do autor americano Dan Brown, “The Lost Symbol”, no Brasil chamado “O Símbolo Perdido”. Mais uma vez, o livro conta uma história sobre o personagem Robert Langdon, simbologista da Universidade de Harvard tem que solucionar enigmas históricos em cultíssimo tempo. Nesse livro, Robert convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon, eminente maçom e filantropo, a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana (o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian). Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio.
Dês de o primeiro dos três livros de Dan Brown que têm Robert como principal personagem, as histórias são polêmicas, por tratarem de assuntos religiosos e de grandes fraternidades, por isso os livros de Dan Brown são mal vistos por lideres religiosos e membros de irmandades poderosos. Um bom exemplo dessa polêmica sobre o autor é o livro “O código Da’Vinci”, que trata do catolicismo, e põe “em cheque” dois mil anos da crença católica.
Talvez toda essa polêmica seja derivada do fato de Dan Brown Não ter “papas na língua”, como dizem outros autores de livros. Mas o fato é que Dan Brown gosta de mexer com coisas grandiosas, gosta de criar polêmica, pois é essa polêmica que alavancou a sua carreira e troce seu nome para a mídia, além de ser um excelente marketing para seus livros.
De fato, os livros de Dan Brown são muito bem vendidos, com tiragens altíssimas. Porém, isso também se deve ao excepcional talento do escritor, que consegue prender o leitor até o final do livro, e deixa-lo com gostinho de “quero mais”. Por esse motivo, os livros anteriores de Dan Brown que contam as histórias de Robert Langdon viraram filmes, o que acontecerá com “O Símbolo Perdido”, pois seus direitos visuais já foram vendidos para a indústria cinematográfica.

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